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Curiosidades
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Sexta-feira Santa

Sexta-feira Santa trata-se da data em que o Cristianismo lembra a morte de Jesus Cristo após a sua crucifixação no Calvário. A sexta-feira Santa é a última Sexta-feira antes da Páscoa.

 

Nos registros religiosos, a ressurreição de Cristo aconteceu no primeiro domingo de lua cheia depois do equinócio de outono no hemisfério sul (ou equinócio de primavera no hemisfério norte). A determinação desta data começou a valer por decreto do papa Gregório XIII em 1582, seguindo o primeiro concílio de Nicéia de 325 d.C., convocado pelo imperador romano Constantino.

Por isso, para calcular a data da Páscoa basta prestar atenção ao início do outono no Brasil, marcado pelo equinócio. Como a entrada da estação cai sempre entre os dias 20 ou 21 de março e a primeira lua cheia depois do equinócio acontece no máximo 29 dias depois, o limite máximo para a Páscoa é 25 de abril. A data mínima para a Páscoa é sempre 22 de março, pois o primeiro dia da lua nova antes do equinócio fica, necessariamente, entre 8 de março e 5 de abril. O domingo de Carnaval cairá sempre no sétimo domingo que antecede o domingo de Páscoa, desta forma se têm 7×7=49 dias.

A partir do Domingo de Páscoa se conta quarenta e seis dias para trás para chegar à Quarta-Feira de Cinzas, início da Quaresma. Para a Igreja Católica, esta data marca o começo de um jejum de carne que se prolonga durante quarenta dias até a ressurreição de Cristo. Esse jejum está hoje reduzido a somente dois dias: a Quarta-feira de Cinzas (primeiro dia da Quaresma) e a Sexta-feira Santa.

 

Da Mortalha ao Abadá: a Evolução da Fantasia.

Da Mortalha ao Abadá, uma evolução da fantasia baiana.

A mortalha foi um simbolo de liberdade e igualdade para o folião baiano.

A “Mortalha” surgiu em meio ao longo final dos anos 60. Era uma fantasia prática, barata e irreverente, contrapartida a tantos “caretas” que ainda povoavam um carnaval moldado ao estilo europeu. O careta era o pierrô mascarado; a mortalha era a liberdade descarada. Essa fantasia também tinha um capuz, mas logo o governo militar proibiu as máscaras. As mortalhas trocaram suas cruzes e cores fúnebres pelo colorido psicodélico e frases que expressavam as novas liberdades: sexo, comportamento e drogas. No carnaval era proibido proibir!

Na metade dos anos 70 a mortalha já era vestimenta predileta dos pequenos blocos que não tinham grana para fantasias mais elaboradas. Alguns desses tornaram-se grandes e viraram ícones da folia, com suas mortalhas desejadas e disputadas que combinavam perfeitamente com o ritmo cadenciado das batucadas. Foi o caso do Jacú, Barão, Top 69… Por volta dos anos 80 surgiu também o “macacão”, fantasia simbolo de blocos como o Traz-os-Montes e Clube do Rato, mas a mais nova safra de grupos como o Camaleão, Saku-Xeio e Pinel elevaram a mortalha à condição de unanimidade para os foliões do carnaval de Salvador. Isso até início dos anos 90, quando surgiu o abadá no bloco Eva. Ano seguinte todos os blocos fizeram o mesmo.

Ainda acho que a mortalha foi, de todas, a fantasia mais prática e livre. Podia-se tudo… Representou também um período muito importante da festa e de muitas gerações. Mas, com a introdução do trio elétrico nos blocos, por volta de 1980, o som frenético das guitarras já não combinava com aquela enorme túnica hippie e terminou por decretar, 10 anos depois, o fim da mortalha. O fim da fantasia.

 

  Nos carnavais de hoje os abadás visão Lucros  incalculavéis, milhões e milhões em todo mundo desde a confecção dos mesmo. Sua confcção também evolui nas fábricas de camisetas, pois 98 % dos mesmo são estampados em sublimação impresso em off-sset, tornando um ramo bastante lucrativo, os patrocinios que ele carega já gera lucros incalculavéis.   Hoje não existe grandes carnavais sem o tal abadá sem o tal patrocinio.

Particulamente eu como responsável pela Impressão off-sset em apenas quatro anos já imprimi mais de dez milhões de abadás.

 

                                                                                                               Editor;Edenilson da Silva Batista

Inicio do Carnaval 

 

Você sabia que o carnaval era uma festa cristã?

Sim isso mesmo, carnaval significa festas da carne. (Comida gorda)

 Era um preparativo para entrada da quaresma. (Quarenta dias de Jejum e oração)

Como os cestões entrariam numa quaresma, antes eles comia e bebia em ambudãncia,

Alguns cristãos mais elevados festejavam com danças e cantorias, terminando

O brigatoriamente pela igreja no dia seguinte

Respeitando o dia de cinzas, mais infelizmente, hoje em dia esse respeito não existe,

e se for contar o número de mortes, e desgraças já se sabe que não tem nada haver com a  Igreja.

 

                                            COMENTARIO

 O carnaval de hoje gera grandes lucros para seus idealizadores enriquecendo-os incalculavelmente,

Enquanto os foliões empobrece, pois muitos para participar não mede esforços e

Entra em um mar de dividas com passagens, quites,

Camarotes etc...  Sem contar com as doenças transmitidas pelo sexo,

E um montes de filho sem pai que surgirão, por que

Com as influências dos fabricantes de bebidas alcoólicas, e musicas insinuosas

Poucos foliões conseguem se controlar.

Como se tem controle embriagado e insinuado? 

Dó dos que morem no transito ou em desgraças causadas pela embriagues de foliões,

E a propaganda diz "SE DIRIJIR NÂO BEBA" Como se um débil mental soubesse que esta doente rs.

Até mesmo que a bebida causa exerço de confiança

Infelizmente até os traficantes lucra nesse período, as casas funerárias também.

Isto é quando se não é enterado

Como indigentes. Também tem o aumento das famílias destruídas pelo adultério nesse período.

 

                                              Conselho

   Se conselho fosse bom não se dava..., no entanto eu apenas digo  AME-SE

 


 

Vestir-se bem

 


As roupas que as pessoas usam se classificam em pelo menos seis categorias de luxo, elegância, e conforme o uso e os cuidados que merecem:

1. O traje a rigor para os eventos em que é solicitado (vestidos de baile, casaca, smokings, etc.) .

2. O traje social para cerimônias, por exemplo, nos casamentos.

3. O traje esporte fino para fazer compras em shopping e ir ao restaurante de classe ou a um cinema.

4. O traje de trabalho, se não é um uniforme.

5. O traje esportivo informal, de praia e jogos, ou com que fazem as compras em supermercados; e finalmente,

6. As roupas de uso doméstico, que trocam quando vão sair de casa.

Estas categorias ainda se subdividem conforme as estações do ano, em pelo menos duas, inverno e verão.

Escolher as peças para esse elenco de categorias não pode ser fácil, mas a razão para que seja feita com cuidado é bem simples: o modo como nos apresentamos interessa à nossa auto-estima, e mostra respeito pela auto-estima dos outros. Essa razão é suficiente para que a matéria seja objeto das disciplinas Boas Maneiras e Etiqueta.

Ao vestir-se, a pessoa deve considerar sua idade e o seu físico, e combinar a cor da roupa com a cor dos seus cabelos, da sua pele e dos acessórios que usar. A palavra umi-sexo aplicada ao vestuário nunca logrou firmar-se ou mesmo fazer sentido. No vestuário feminino evitar padronagens com coloridos ralos, de pouca tinta, ou estamparia de desenho muito graúdo (grandes retângulos, grandes círculos, grandes folhas, etc.).

A moda. Consciente das linhas da última moda, logo que as novas criações são lançadas nos países da alta costura, a mulher precisa levar em conta o quanto vai chocar as pessoas que ignoram esses lançamentos.Os caprichos da última moda sempre parecem, inicialmente, extravagância e mau gosto; é quase uma consideração para com as pessoas não ser muito vanguardeira e procurar modelos que representem uma transição. Assim aconteceu com a moda da mini saia. Enquanto algumas adotavam radicalmente o novo corte, mulheres mais ciosas de sua posição e elegância apenas encurtaram as saias adotando a tendência, sem extremismos. Quando Jorge Armani desestruturou os ternos masculinos fazendo-os parecer sacos pendurados à cintura ou jogados sobre os ombros, a maioria dos homens elegantes apenas adotou manequins mais folgados, sem abandonar as linhas retas clássicas. Quando Le Verre criou os copos para vinho bojudos em excesso e com pés de um palmo de comprimento, de modo que não precisavam ser levantados pois já estavam acima do queixo do comensal à mesa, houve frequentadores de restaurantes que pediram ao garçom a troca das peças, preferindo o tamanho clássico, até que começaram a ser fabricados os medianamente maiores, sem os exageros do lançamento. Por isso me parece que o melhor é seguir a moda só depois que estiver bem assente ou bem aceita, e assim mesmo, com moderação.

Acessórias. Tipos de vestimenta ou de objeto que cumprem uma função adicional e complementar com a roupa. Contam-se como acessórios permanentes sapatos, cintos, suspensórios, meias, lenços, e gravatas. Contam-se como acessórios ocasionais o sobretudo, os pulôveres, xales, luvas, uniformes de trabalho, jalecos, macacões, chapéus, bolsas, etc. Essas peças devem guardar relação de cor e consistência com as roupas que complementam, e serem tratadas com os mesmos cuidadas. No seu uso deve ser observado tudo que for pertinente a Boas-maneiras e Etiqueta. Por exemplo: o homem não entra numa sala vestido com capa de chuva ou sobretudo, e guarda-chuva na mão. Deixa esses acessórios no vestíbulo, a um canto, se não houver um móvel ou cômodo para esse fim. O mesmo no teatro ou sala de concerto, a menos que não haja chapeleiro com um funcionário para dar a senha.

Uma bolsa feminina ou uma pochette masculina complementam e são como extensões dos bolsos; o cinto um recurso de ajuste da roupa ao corpo, os sapatos um reforço à proteção dos pés, etc. O chapéu masculino e feminino são complementos que assumiram as funções dos capuzes. Por sua vez, o guarda-chuva, ou guarda-sol, substitui ou complementa o chapéu. Jalecos, usados em consultórios, hospitais, laboratórios e oficinas não interferem na vestimenta, exceto por dispensarem o paletó ou o blazer durante o trabalho. Os suspensórios são pouco usados atualmente, e as calças vêm com alças para os cintos. Se o homem prefere manter as calças em posição com o uso de suspensórios, deve usar um cinto folgado para ocupar as alças, ou então mandar removê-las, ou encomendar calças a um alfaiate, sem esse detalhe.

Jalecos. Usados em consultórios, hospitais, laboratórios e oficinas, os jalecos não interferem na vestimenta, exceto por dispensarem o paletó ou o blazer durante o trabalho.

Jeans. Os jeans nunca deixam de trair suas origens; ficam melhor para o trabalho no campo, no quintal, ou no jardim e nas oficinas. Fora desse ambiente “rural” não ficam lá muito bem. No entanto, de tempos em tempos os estilistas conseguem fazer com que se tornem moda, principalmente entre as mulheres magras.

Meias. Não se usam meias claras ou brancas com sapatos escuros. As meias nunca devem ser de cano curto, pois deixam parte das pernas à vista quando o homem se senta.. As meias compridas para a mulher são um acessório importante para a elegância, desde que não sejam espessas e chamem atenção como se fossem meias ortopédica.

Roupa, sapatos e bolsa de cor branca devem ser evitados nos meses frios ou nos dias chuvosos.

Constrangimentos. Acontecem em circunstâncias que não são raras: quando duas pessoas se apresentam em um evento com roupas iguais, quando se esquece uma etiqueta de marca visível, p. ex.. Não é menor o embaraço resultante para uma mulher, quando não cuida em saber o tipo de roupa requerida, e se apresenta com um traje próprio para um coquetel elegante, e todos os demais usam roupas informais ou algum traje temático de que ela não foi avisada.